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ATOS ANTIDEMOCRÁTICOS

Estudantes protestam contra professor que chamou máscara contra Covid de ‘focinheira’ no DF

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Segundo alunos, educador da rede pública é ‘negacionista’. Secretaria de Educação informou que caso foi encaminhado para Corregedoria e pediu que professores ‘se concentrem na recomposição da aprendizagem’.

https://g1.globo.com/df/distrito-federal/video/estudantes-do-df-protestam-contra-professor-que-chamou-mascara-de-focinheira-10330773.ghtml

Cerca de 50 estudantes do Centro de Ensino Médio Elefante Branco (Cemeb), no Distrito Federal, fizeram uma protesto contra um professor de história que, segundo eles, chama a máscara de proteção contra a Covid-19 de “focinheira” (veja vídeo acima). Segundo os alunos da escola pública da Asa Sul, em vez de dar aulas e explicar conteúdo, o professor “tem posição autoritária e discursos negacionistas contra a vacina”.

O caso foi levado à direção da escola que informou ter encaminhado a reclamação dos alunos à regional de ensino. Nesta quarta-feira (23), a Secretaria de Educação disse que o caso foi encaminhado para a Corregedoria, e pediu que os professores se concentrem “na recomposição das aprendizagens perdidas durante a pandemia”.

g1 não conseguiu falar com o professor.

O protesto

Estudantes protestam contra professor que chamou máscara contra Covid de ‘focinheira’ no DF — Foto: Reprodução

Estudantes protestam contra professor que chamou máscara contra Covid de ‘focinheira’ no DF — Foto: Reprodução

O protesto, na segunda-feira (21), ganhou relevância a partir das redes sociais. Durante o ato, os estudantes usaram faixas e cartazes e diziam frases como: “A pandemia, não acabou. A focinheira nos salvou” e “Tentaram nos calar, nos unimos pra gritar”.

Gabriely Santos Souza é presidente do grêmio estudantil do Elefante Branco e diz que professor não respeita a obrigatoriedade do uso da máscara.

“Ele diz que não ia falar de focinheira e não usa máscara. Quando usa, é no queixo e o tempo todo reclamando”, conta.

Além disso, Gabriely diz que estudante tentou argumentar sobre uma atividade passada pelo professor, relacionada à um canal de TV com informações duvidosas, e acabou sendo repreendido .

“Era um documentário cheio de fake news e mentiras. Quando o menino reclamou, ele disse que aluno não tinha voz na aula dele e que ele era autoridade”, conta a presidente do Grêmio Estudantil.

FONTE: G1-DF

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Jeová Rodrigues

Jornalista

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