As câmaras já estavam posicionadas. A sala de conferências em Kuala Lumpur, na Malásia, estava repleta de jornalistas do mundo todo. O encontro entre Lula e Donald Trump tinha virado o assunto do momento. Dois líderes, dois estilos, um mesmo palco, mas ninguém imaginava o que aconteceria a seguir. Entre os repórteres estava Amy Collins, jornalista americana conhecida pelas suas duras críticas a Lula.
Ela chamava-lhe de populista, teatral, presidente de emoções e agora estava ali a poucos metros dele, com o microfone a tremer nas mãos. Quando Lula entrou, o ambiente mudou. Trump manteve o semblante firme, o mesmo olhar de empresário calculista. Já Lula, de fato simples e sorriso leve, cumprimentava todos, mesmo quem o evitava.
A câmara captou o instante em que os dois cumprimentaram-se. Um aperto de mão rápido, mas sincero. As luzes dos flashes rebentaram e no fundo da sala Amy respirou fundo. Era a primeira vez que via de perto o homem que anos atrás ela tinha chamado encenação política. O moderador anunciou: “Agora vamos abrir perguntas para a imprensa internacional.
Amy levantou a mão. Os olhos dela denunciavam nervosismo. O tradutor coxixou algo ao ouvido de Lula e este assentiu, olhando diretamente para ela. “Senhor presidente”, começou Amy com a voz embargada. Há anos atrás, eu critiquei o senhor e hoje, depois de ver o senhor ao lado de Trump, percebi que talvez tenha julgado mal.
O auditório ficou em silêncio. Ninguém esperava uma pergunta destas, muito menos uma confissão. Ela continuou: “Eu disse que o senhor representava um país dividido, mas agora vejo que o senhor transporta algo que nós, jornalistas, nos esquecemos. Humanidade. Lula aproximou-se lentamente do microfone.
O seu rosto era sereno, quase paternal. Trump, ao lado, observava em silêncio. Lula olhou para repórter e disse apenas: “O mundo muda quando entendemos que o outro também sente”. Amy tentou sorrir, mas as lágrimas vieram primeiro. Ela baixou o microfone e a sala explodiu em aplausos. Até os seguranças, habituados à frieza dos eventos diplomáticos, enxugavam discretamente os olhos.
E foi ali, naquela conferência longínqua, que uma simples repórter americana descobriu que o poder de Lula não estava nas palavras, mas na calma de quem já sofreu e mesmo assim aprendeu a perdoar. Depois da cena inesperada, o salão continuou em silêncio durante alguns segundos.
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