Durante evento no Ministério de Minas e Energia, presidente afirmou que os Estados Unidos precisam de menos
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou sua participação em um evento sobre política energética, nesta quarta-feira (25/6), no Ministério de Minas e Energia, para defender as diretrizes da equipe econômica liderada pelo ministro da Fazenda Fernando Haddad e criticar a postura internacional do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em tom de desabafo, Lula fez um apelo por responsabilidade, equilíbrio político e diálogo institucional.
Ao citar a instabilidade do cenário geopolítico mundial, Lula afirmou que Trump deveria assumir uma postura mais responsável como líder de uma potência global. “Nesse mundo conturbado, o mundo que você tem um presidente de uma Nação, do tamanho dos Estados Unidos, que deveria primar por um discurso, pensar o que falar, ser menos internet e mais chefe de Estado, pensar em livre comércio, mais no multilateralismo, muito mais na paz… o que a gente vê todo santo dia na imprensa? Uma necessidade de desgraçada de uma manchete”, declarou o presidente, em tom crítico.
Em meio à polêmica do IOF, Lula apoia Haddad
Lula também aproveitou o evento para rebater críticas à condução da política econômica brasileira e reforçar o apoio ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que tem sido alvo de pressão no mercado financeiro e no Congresso Nacional. “A gente precisa cuidar do país e não jogar a responsabilidade no Congresso Federal”, disse o presidente.
O presidente destacou ainda que a gestão atual conseguiu reduzir o preço da gasolina no país. “Hoje a gasolina brasileira é mais barata do que era vendida em 2022”, afirmou Lula, ao citar a política de preços implementada pela Petrobras, que segundo ele, está alinhada aos interesses do consumidor brasileiro e ao equilíbrio econômico.
Lula também comemorou o reconhecimento público de setores empresariais. Segundo o presidente, esta foi a primeira vez que empresários o elogiaram de forma espontânea em um evento institucional. Sem citar nomes, o petista disse que vê esse gesto como um sinal de que o governo está no caminho certo na gestão da economia e na criação de um ambiente de negócios mais favorável.
Ao final de seu discurso, Lula fez um apelo enfático por diálogo e paz institucional. “Não quero brigar com ninguém, quero passar longe da guerra. Não quero encrenca na minha vida. Eu sou da paz. Não quero guerra. Mas quero transformar esse país em um país respeitável”, concluiu o presidente.
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