Ministro diz que Brasil monitora entrada do vírus e investiga casos suspeitos da doença no Tocantins
Em meio ao surto de sarampo nos Estados Unidos e em outros países da América do Norte, equipes do Ministério da Saúde têm atuado em diversos estados brasileiros para conter a entrada do vírus no país. A situação representa, segundo o ministro Alexandre Padilha, a principal preocupação na relação com os EUA — abalada recentemente pelo “tarifaço” de Donald Trump.
Sintomas do sarampo
- Os sintomas do sarampo incluem febre alta, manchas vermelhas na pele (exantema), tosse seca, irritação nos olhos (conjuntivite), nariz escorrendo ou entupido, e mal-estar intenso.
- As manchas vermelhas geralmente aparecem primeiro na face, na linha do cabelo, e depois se espalham pelo corpo.
- Em alguns casos, pode haver dor de cabeça, irritação na garganta e pequenas manchas brancas na boca.
- Importante: Se suspeitar de sarampo, procure atendimento médico imediatamente.
- O tratamento do sarampo é sintomático, ou seja, focado em aliviar os sintomas e prevenir complicações.
- A vacinação é a melhor forma de prevenir o sarampo.
O aumento expressivo dos casos nas Américas levou a pasta a iniciar ações preventivas para evitar a reintrodução da doença no Brasil, que já registrou cinco casos em 2025, todos considerados esporádicos e isolados.
Diante de casos suspeitos, equipes são enviadas a campo para investigação e aplicação de medidas de bloqueio. Paralelamente, o governo federal intensificou campanhas de vacinação em municípios de fronteira, especialmente em regiões vizinhas à Bolívia, que também enfrenta um surto.
Ao Metrópoles, Padilha afirmou que, embora o cenário nos Estados Unidos preocupe, sua única atenção em relação ao país de Donald Trump é a disseminação do sarampo.Play Video
“A única coisa que acompanho de Trump são os casos expressivos de sarampo por lá que temos que bloquear para não nos afetar aqui no Brasil. Estamos em uma ação agora no Acre, Rondônia, Mato Grosso, entre outros, para bloquear risco do sarampo que vem de lá. Agimos em todas as regiões do nosso país, mas hoje, no continente, a maioria dos casos são por conta dos EUA”, afirmou o ministro.
De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), os Estados Unidos registraram, até 23 de julho, 1.319 casos confirmados de sarampo em 40 estados — somente em 2025. No total, foram 29 surtos neste ano, quase o dobro do registrado no mesmo período de 2024, quando ocorreram 16 surtos. Três mortes foram confirmadas em decorrência da doença.
Casos suspeitos no Tocantins
O Ministério da Saúde acompanha dois casos suspeitos de sarampo em Campos Lindos, no Tocantins. Os pacientes apresentaram sintomas compatíveis e relataram contato com pessoas que estiveram recentemente na Bolívia.
Amostras clínicas foram coletadas e aguardam análise laboratorial para confirmar ou descartar a infecção. Se necessário, novas medidas de contenção serão adotadas.
Apesar de o Brasil deter o certificado internacional de país livre do sarampo, os cinco casos registrados em 2025 ocorreram no Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal.
Com informações do Metrópoles
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