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A atividade econômica no 2º tri. de 2019 no DF cresce 1,7% em comparação a igual período de 2018

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Houve crescimento nas vendas de produtos de uso pessoal e doméstico (17,6%); combustíveis e lubrificantes (14,5%); e material de construção (11,2%)

A cada trimestre, a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) estima e divulga o Índice de Desempenho Econômico do Distrito Federal (Idecon-DF). Esse indicador é uma medida do desempenho da atividade econômica do Distrito Federal no curto prazo. Seu objetivo é oferecer um indicador que seja tempestivo, capaz de informar e orientar a tomada de decisão dos diversos atores da sociedade do Distrito Federal.

A atividade econômica no segundo trimestre de 2019 no Distrito Federal, medida pelo Idecon-DF, cresceu 1,7% em comparação a igual trimestre de 2018, o maior crescimento desde 2014. Todos os setores obtiveram resultado positivo: Agropecuária, 2,8%, Serviços, 1,8%, e Indústria, 0,9%. No mesmo trimestre, a economia nacional, calculada pelo IBGE, evoluiu 1,0%. Os Serviços subiram 1,2%, a Agropecuária, 0,4%, e a Indústria, 0,3%.

No primeiro semestre de 2019, a economia do Distrito Federal expandiu 1,6% em relação aos primeiros seis meses do ano anterior. O setor de Serviços cresceu 1,6%, a Agropecuária, 3,1%, e a Indústria, 0,1%. Em igual período, o IBGE computou alta de 0,7% para a economia brasileira, com elevação de 1,2% no setor de Serviços, estabilidade na Agropecuária de 0,1% e queda de 0,4% na Indústria.

SERVIÇOS

De abril a junho de 2019, os grupos com maiores vendas foram: artigos de uso pessoal e doméstico (17,6%); e combustíveis e lubrificantes (14,5%) – Foto: JK.com

O setor de Serviços é o maior responsável pelo comportamento da atividade econômica do Distrito Federal, representando 94,9% da economia. De abril a junho de 2019, o setor cresceu 1,8% em relação a igual período de 2018. Nos seis primeiros meses do ano, o avanço foi de 1,6% em relação aos mesmos meses do ano anterior. No país, os dados do IBGE indicaram que o setor cresceu 1,2% tanto na base de comparação trimestral quanto semestral.

O Comércio local reverteu a trajetória de declínio, ao avançar 1,9% no segundo trimestre de 2019 contra igual trimestre do ano anterior. No primeiro semestre do ano, a atividade aumentou 0,8%. Em iguais bases de comparação, o índice nacional indicou crescimento trimestral de 2,1% e semestral de 1,3%, segundo o IBGE. A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC/IBGE) mostrou que, na comparação dos segundos trimestres de 2018 e 2019, o volume de vendas do Comércio varejista desacelerou o ritmo de queda, ao alcançar -0,3%, sendo que, no confronto dos primeiros trimestres, a variação ficou em -1,5%. O varejo ampliado4 passou de um crescimento de 0,7% nos três primeiros meses do ano para 3,5% nos três meses seguintes. De abril a junho de 2019, os grupos com maiores vendas foram: Outros artigos de uso pessoal e doméstico (17,6%); Combustíveis e lubrificantes (14,5%); e Material de construção (11,2%). Os principais destaques negativos foram: Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-29,0%); Livros jornais, revistas e papelaria (-26,4%); e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-11,8%).

INDÚSTRIA

A Indústria, com peso de 4,7% na estrutura produtiva do Distrito Federal, registrou expansão de 1,3% no segundo trimestre de 2019, em relação ao mesmo período de 2018. Para o Brasil, o IBGE computou alta de 0,3% para o setor. No primeiro semestre, o índice do Distrito Federal ficou praticamente estável, 0,1%, e o do Brasil caiu 0,4%.

Indústrias A Indústria, com peso de 4,7% na estrutura produtiva do Distrito Federal, registrou expansão de 1,3% no segundo trimestre de 2019 – Foto: Internet/Divulgação

As Indústrias de transformação, que representam 1,1% na estrutura econômica do DF, registraram elevação de 0,8% de abril a junho de 2019, após consecutivas quedas trimestrais.

AGROPECUÁRIA

A Agropecuária no Distrito Federal exerce pequeno impacto no desempenho global, pois responde por 0,4% da estrutura produtiva. No segundo trimestre de 2019, o setor cresceu 2,8%, frente ao mesmo período de 2018. O IBGE registrou alta de 0,4% no contexto nacional.

No segundo trimestre de 2019, o setor cresceu 2,8%, frente ao mesmo período de 2018 – Foto: Agência Brasília

No primeiro semestre, o índice do Distrito Federal aumentou 3,1% e o do Brasil demonstrou estabilidade de 0,1%. O resultado do Distrito Federal pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho da safra de alguns produtos relevantes no segundo trimestre do ano. De acordo com informações do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA/IBGE), em junho de 2019, a previsão de produção anual de milho cresceu 20,35% e o rendimento médio 19,5%.

A estimativa para o feijão é de alta de 13,4% na produção, com acréscimo de 10,6% na produtividade. Ao passo que soja, também com safra significativa no período, deve aumentar em 3,1% a produção, com recuo de 1,7% na produtividade. É importante ressaltar que a agricultura local é desenvolvida em pequenas áreas, dada a dimensão territorial do Distrito Federal.

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Jornalista

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