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Anvisa suspende um dos vinagres mais consumidos no Brasil por risco de alergia

A autarquia também suspendeu o “Pó para preparo de bebida vegetal” das marcas Livestrong e Essential Nutrition

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão e o recolhimento de um lote de vinagre de maçã da marca Castelo, além de barrar a comercialização de dois outros produtos alimentícios por irregularidades. As decisões foram publicadas no Diário Oficial da União.

Segundo a Anvisa, o lote 12M2 do vinagre de maçã produzido pela Castelo Alimentos S/A foi reprovado pelo Laudo de Análise Fiscal Definitivo emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) do Distrito Federal. O ensaio identificou presença de dióxido de enxofre em quantidade que não consta no rótulo. “O produto apresentou uma quantidade da substância que não está informada em seu rótulo. A presença de dióxido de enxofre em alimentos, principalmente se não estiver identificada, pode provocar reações alérgicas em pessoas sensíveis a esse composto químico”, alertou a agência em comunicado.

A autarquia também suspendeu o “Pó para preparo de bebida vegetal” das marcas Livestrong e Essential Nutrition, fabricado pela INP Indústria de Alimentos Ltda. De acordo com o órgão regulador, o produto contém proteína de fava hidrolisada, ingrediente cuja segurança ainda não foi avaliada para uso em alimentos, tornando sua comercialização irregular.Outro item vetado foi o picolé de açaí, guaraná e canela da marca Naturalle Ice, produzido pela empresa J M J Re Torres Indústria de Alimentos Ltda. A suspensão ocorreu porque o alimento contém creatina, substância autorizada apenas em suplementos destinados ao público adulto e cuja aplicação em produtos alimentícios comuns não possui aprovação sanitária.

Com as determinações, a Anvisa exige que as empresas interrompam imediatamente a fabricação, distribuição e venda dos produtos, além de recolherem os itens já disponibilizados no mercado. A agência reforça que consumidores que adquiriram os alimentos suspensos devem interromper o consumo e procurar os canais de atendimento das empresas para eventual devolução.

*Conteúdo originalmente publicado no Brasil 247

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Angelo Marcio

Assistente Social, Consultor PCD de Acessibilidade e Produtor Cultural.

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