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Justiça da Itália mantém Zambelli presa por “grau máximo” de risco de fuga

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Ela foi condenada a 10 anos de prisão em regime fechado por invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP) seguirá presa enquanto aguarda o processo de extradição ao Brasil. A Justiça da Itália decidiu, nesta quinta-feira (28/8), manter a prisão da parlamentar brasileira por entender que há “grau máximo” de risco de fuga. As informações são do g1.

Zambelli passou por uma audiência em Roma na quarta-feira (27/8). Ela foi condenada a 10 anos de prisão em regime fechado e à perda de mandato por invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Em 4 de junho, um dia após a deputada anunciar que tinha deixado o país, o ministro Alexandre de Moraes determinou a prisão preventiva de Zambelli e mandou inserir o nome dela na lista da difusão vermelha da Interpol. Mesmo com a cidadania italiana, ela foi considerada foragida. Zambelli foi presa em 29 de julho na Itália e está detida na penitenciária de Rebibbia, em Roma.

Além disso, Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a cinco anos e três meses de cadeia pelo crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma. A decisão foi proferida na sexta-feira (22/8), por nove votos favoráveis à condenação e dois contrários.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados quer ouvir, por videoconferência, a deputada licenciada Carla Zambelli. A perda de mandato é analisada antes pela CCJ, que dá a parlamentar o direito a ampla defesa.

Entenda a situação de Zambelli

  • Em 4 de junho, um dia após a deputada anunciar que tinha deixado o país, o ministro Alexandre de Moraes determinou a prisão preventiva de Zambelli.
  • Ela foi presa em 29 de julho na Itália e está detida na penitenciária de Rebibbia, em Roma.
  • Zambelli aguarda o processo de extradição para o Brasil
  • Ela foi condenada a 10 anos de prisão em regime fechado e à perda de mandato por invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
  • Ela também foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal a cinco anos e três meses de cadeia pelo crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma.

Com informações do Correio Braziliense

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