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Ipês-brancos criam espetáculo na Asa Norte e atraem visitantes

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Ipês-brancos em flor transformam a 211 Norte em palco de encontros, memórias e poesia ao ar livre

A Asa Norte se transformou em um refúgio de poesia a céu aberto. Na 211, os ipês-brancos, no auge da florada, chamam atenção de longe. De galhos carregados de flores, brota uma claridade que contrasta com o azul do céu da capital. Ao menor sopro de vento, pétalas alvas se soltam e descem em voo lento, cobrindo o asfalto e a grama como se fosse a “neve do Cerrado”. 

O espetáculo natural atraiu famílias inteiras, moradores da região e visitantes de outras cidades. Crianças corriam entre as árvores tentando capturar com as mãos os “flocos” que flutuavam no ar. O clique dos celulares ecoava por todos os lados: sorrisos congelados em retratos que, daqui a alguns anos, vão servir de lembrança.

Larissa Guimarães, 45 anos, levou a mãe, Sônia Ramos Guimarães, 74, que veio do Espírito Santo para visitá-la. As duas passeavam de braços dados, com o olhar atento a cada detalhe. “Decidimos vir para admirar a beleza do ipê-branco, que é tão lindo, mas acaba tão rápido. Queríamos aproveitar o sábado à tarde para registrar em fotos e também guardar na memória”, contou Larissa, enquanto a mãe sorria diante da câmera, posando ao lado de um tronco carregado de flores.

Contemplação

O clima era de contemplação e afeto. Casais caminhavam de mãos dadas, trocando beijos sob as árvores e capturando selfies para eternizar a beleza que dura apenas alguns dias. Para alguns, era a primeira vez diante da cena. Aline Couto, 40, saiu do Guará apenas para ver de perto o que denominou de “flocos de neve do Cerrado”. “Como floresceram ontem, eu vim hoje pra garantir. Mas já tem bastante no chão. Eu gosto muito de tirar fotos e o ipê-branco é perfeito como fundo, deixa qualquer registro mais especial”, disse.

Morador da 211 Norte, Pedro Brito, 35, vive a florada como um ritual anual. Desta vez, levou a sobrinha Maria Clara, 6 anos, e o filho Lucas, 5, para brincar entre as pétalas. Os dois corriam, jogando as flores para o alto, como se chovesse de novo. “Todo ano acontece esse momento e sempre que posso eu venho. Desta vez, estou com eles dois, e isso deixa as coisas ainda mais especiais”, contou.

Mais do que flores, os ipês-brancos ofereceram um lembrete: a vida no Cerrado é feita de resistências, mas também de delicadezas inesperadas, capazes de reunir pessoas em torno de algo tão simples e tão grandioso.

Com informaçoes do Correio Braziliense

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