TaguaCei — Os Estados Unidos realizaram, neste domingo (30/8), um ataque contra dois lançadores de mísseis pertencentes à Guarda Revolucionária do Irã na ilha de Larak, no Estreito de Ormuz. A ofensiva representa a primeira ação militar direta dos norte-americanos contra o território iraniano desde o fim de julho. A Guarda Revolucionária confirmou o ataque e afirmou que houve mortes e feridos entre militares e civis, sem divulgar o número de vítimas. O grupo também prometeu retaliar a ação. Fonte: Metrópoles.
De acordo com a Guarda Revolucionária, os responsáveis pelo ataque serão identificados e responsabilizados. A ofensiva ocorre em meio ao aumento das tensões entre os Estados Unidos e o Irã na região do Golfo Pérsico.
No mesmo domingo, um navio-tanque também foi atingido por um projétil de origem ainda desconhecida enquanto navegava pelo Estreito de Ormuz. O caso foi comunicado pela agência britânica de Operações de Comércio Marítimo (UKMTO).
A embarcação foi atingida quando entrava no estreito, aproximadamente 12 milhas náuticas, o equivalente a 22 quilômetros, ao norte de Khasab, em Omã. Não houve registro de vítimas nem de danos ambientais.
A origem do projétil que atingiu o navio ainda é investigada pelas autoridades.
Importância estratégica
O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas marítimas utilizadas para o transporte internacional de petróleo e gás. A passagem conecta o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao Mar Arábico e concentra uma parcela significativa do comércio mundial de energia.
Antes da atual guerra, estimava-se que cerca de 20% do petróleo comercializado internacionalmente passasse pela região, o que faz com que qualquer instabilidade no estreito tenha potencial para afetar o mercado global de energia.
O ataque dos Estados Unidos ocorreu três dias depois de o país concluir uma operação destinada à retirada de minas marítimas de algumas das principais rotas de navegação da região.
A nova ofensiva e a promessa de retaliação do Irã aumentam a preocupação com a segurança da navegação no Estreito de Ormuz e com uma possível escalada do conflito na região.
Nota de transparência: Esta reportagem foi produzida com o auxílio de inteligência artificial para organização e aprimoramento do texto, passando por revisão, checagem e edição humana antes de sua publicação.



