Menino chegou à unidade de saúde com hematomas por todo o corpo; investigação rápida levou à prisão em flagrante do suspeito, que já teria agredido a criança outras vezes
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu em flagrante, nesta segunda-feira (1º/12), o padrasto suspeito de assassinar uma criança de dois anos em Queimados, na Baixada Fluminense. O homem foi localizado momentos após o crime por equipes da 55ª DP, com apoio de policiais militares, após a vítima dar entrada em uma unidade de saúde com sinais evidentes de agressão.
Segundo a corporação, funcionários do hospital acionaram a delegacia quando constataram hematomas por todo o corpo do menino. A partir daí, os agentes deram início a uma operação rápida de apuração. Eles foram até a residência da família, ouviram testemunhas e identificaram o suspeito, que foi encontrado ainda na noite de segunda-feira.
De acordo com a Polícia Civil, o homem confessou ter agredido a criança. Relatos colhidos pelos investigadores indicam que ele teria comportamento agressivo e que episódios de violência contra o menino já haviam acontecido anteriormente.
O suspeito foi autuado em flagrante por homicídio qualificado e permanece preso. O caso segue sob investigação da 55ª DP.
Originalmente publicado em Correio Braziliense
Quer ficar por dentro do que acontece em Taguatinga, Ceilândia e região? Siga o perfil do TaguaCei no Instagram, no Facebook, no Youtube, no Twitter, e no Tik Tok.
Faça uma denúncia ou sugira uma reportagem sobre Ceilândia, Taguatinga, Sol Nascente/Pôr do Sol e região por meio dos nossos números de WhatsApp: (61) 9 9916-4008 / (61) 9 9825-6604.
- Lula diz que Brasil buscará novos mercados e moedas para enfrentar tarifaço dos EUA
- Plano Brasil Soberano amplia crédito de R$ 18,5 bilhões para empresas afetadas por tarifaço dos EUA
- Flávio Bolsonaro ainda pode desistir da candidatura presidencial antes do registro no TSE
- Evangélicos demonstram dúvidas sobre candidatura de Flávio Bolsonaro e acendem alerta no PL
- Fim da escala 6×1, PEC da Segurança e terras raras podem ficar para depois das eleições no Senado



