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Preço do etanol sobe em 15 estados e cai em quatro e no DF

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Média nacional sobe para R$ 4,49 e combustível só é competitivo frente à gasolina em Mato Grosso do Sul

Os preços médios do etanol hidratado avançaram na maior parte do país na semana encerrada em 3 de janeiro, embora o movimento tenha sido desigual entre as regiões. Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas, indicam alta em 15 estados e queda em quatro e no Distrito Federal.

Outros seis estados registraram estabilidade nos preços ao longo do período. No Amapá, não houve levantamento de preços na semana analisada.

Na média nacional, o preço do etanol avançou 0,22% em relação à semana anterior, alcançando R$ 4,49 por litro. Em São Paulo, principal polo produtor e consumidor do biocombustível, o valor permaneceu estável em R$ 4,28.

A maior alta porcentual foi registrada no Tocantins, onde o preço subiu 3,92%, para R$ 5,04 por litro. Já a maior queda ocorreu no Acre, com recuo de 12,35%, apesar de o estado ainda registrar um dos preços mais elevados do país, a R$ 5,25. 

O menor preço encontrado em um posto foi de R$ 3,59, em São Paulo, enquanto o maior valor chegou a R$ 6,08, também no Acre. Entre as médias estaduais, o menor patamar foi observado em Mato Grosso do Sul, com R$ 4,00, e o maior no Amazonas, a R$ 5,49 por litro.

No Distrito Federal, o etanol encerrou a semana com preço médio de R$ 4,84 por litro, variando entre R$ 4,44 e R$ 4,98 nos postos pesquisados. A baixa dispersão indica estabilidade, embora o combustível siga em nível elevado.

Competitividade

Na comparação com a gasolina, o etanol foi considerado competitivo em apenas um estado no período. Na média nacional, a paridade do biocombustível ficou em 72,19% do preço da gasolina, patamar que torna seu uso desfavorável na maior parte do país, segundo a ANP. 

Mato Grosso do Sul foi o único estado em que o etanol mostrou vantagem, com preço médio de R$ 4,00 e paridade de 67,34%. Representantes do setor, no entanto, destacam que a competitividade pode variar conforme o modelo e a eficiência do veículo.

Com informações do Correio Braziliense

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