O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que pretende conversar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para defender a realização de uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) sobre os conflitos internacionais. A iniciativa ocorre após contatos do chefe do Executivo brasileiro com o presidente da China, Xi Jinping, e com o presidente da Rússia, Vladimir Putin. As informações foram divulgadas pelo Brasil 247, com base em entrevista concedida ao canal Meteoro Brasil e divulgada pela RT.
Durante a entrevista, Lula criticou a atuação do Conselho de Segurança da ONU e afirmou que o principal órgão responsável pela mediação de crises globais deixou de cumprir plenamente seu papel.
“O Conselho de Segurança, os membros permanentes que são França, Inglaterra, Rússia, China e EUA. Então, eles não se reúnem. Ninguém discute nada. Então as coisas vão acontecendo”, declarou o presidente.
Segundo Lula, ele já iniciou uma articulação com líderes de grandes potências para tentar estimular uma retomada do diálogo diplomático. O presidente afirmou que conversou com Xi Jinping e Vladimir Putin e que pretende buscar também uma conversa com Trump.
Ao comentar a guerra entre Rússia e Ucrânia, Lula defendeu uma solução negociada e afirmou que as previsões feitas no início do conflito não se confirmaram. Para ele, a continuidade da guerra demonstra a necessidade de ampliar os esforços diplomáticos internacionais.
“Vamos para cinco anos. Você percebe que tem dificuldade de um acordo (…) Porque o Conselho da ONU não funciona mais como deveria funcionar”, afirmou.
O presidente brasileiro também citou outros conflitos internacionais para defender a necessidade de fortalecimento dos mecanismos multilaterais de negociação. Segundo Lula, a ausência de canais efetivos de diálogo dificulta a busca por soluções para crises que afetam diferentes regiões do mundo.
As declarações reforçam a posição do governo brasileiro em defesa de uma maior atuação da ONU e da ampliação das negociações diplomáticas como caminho para enfrentar conflitos internacionais.
Nota de transparência: Esta reportagem foi produzida com o auxílio de inteligência artificial para organização e aprimoramento do texto, passando por revisão, checagem e edição humana antes de sua publicação.



