Márcio Canella, escolhido para disputar o Senado com apoio de Flávio Bolsonaro, foi alvo da PF em uma investigação sobre um esquema suspeito de lavar dinheiro do crime organizado por meio de postos de combustíveis. Segundo a investigação, o grupo movimentou R$ 7,6 bilhões em seis anos. Durante a operação, Canella acabou preso em flagrante após a PF encontrar um fuzil calibre 5.56 em seu carro. Rogéria Bolsonaro, mãe de Flávio, havia sido anunciada como primeira suplente de Canella.

E agora vem a melhor parte.
A turma que adora pegar foto de adversário, parente de adversário e até conhecido de adversário para tentar criar ligação com o crime organizado vai precisar explicar a situação dentro da própria chapa.
Mas calma, pessoal.
Não metam a mãe no meio.
Porque, pelo visto, a Polícia Federal já meteu o titular.
E agora o PL corre para substituir Canella antes que o caso provoque ainda mais desgaste político para Flávio Bolsonaro.
Engraçado como funciona: quando acontece com os outros, basta uma foto para virar “prova definitiva de ligação com o crime”.
Quando acontece dentro da própria chapa, começa imediatamente a temporada de notas oficiais, substituições às pressas e explicações sobre como “uma coisa não tem nada a ver com a outra”.
A fábrica de memes está trabalhando em horário extraordinário hoje.



