Casa Política Governo Sarney celebra 40 anos de democracia: “Devemos comemorar e continuar a vigiar”
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Sarney celebra 40 anos de democracia: “Devemos comemorar e continuar a vigiar”

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Ex-presidente destaca a importância da vigilância constante para preservar o regime democrático

ex-presidente José Sarney afirmou neste sábado (15/03) que se sente realizado ao testemunhar os 40 anos da redemocratização brasileira, destacando que este é o período mais longo de estabilidade democrática na história do país.

Primeiro presidente da Nova República, Sarney ressaltou que a alternância no poder, permitindo que diferentes perfis políticos, incluindo um operário, chegassem à Presidência da República, simboliza o avanço democrático do Brasil. A declaração foi dada durante o evento “Democracia 40 anos: Conquistas, Dívidas e Desafios”, com apoio do Correio Braziliense realizado no Panteão da Pátria, em Brasília.

O ex-presidente destacou que a democracia brasileira permitiu que o país superasse duas décadas de regime militar e consolidasse um sistema em que todos os cidadãos têm voz ativa na escolha de seus líderes. “Liberdade em todos os cantos, e o povo brasileiro escolhendo os seus sucessores com a alternância no poder”, afirmou. Segundo ele, essa pluralidade reforça a maturidade política do Brasil, que soube superar desafios e manter um regime democrático sólido.

Apesar das conquistas, Sarney alertou que a defesa da democracia exige vigilância constante para evitar retrocessos. “Nós devemos comemorar no Brasil e continuar a vigiar para que a democracia jamais possa enfraquecer no nosso país”, declarou. O ex-presidente lembrou que a manutenção das instituições e das liberdades civis depende do compromisso de toda a sociedade em preservar os princípios democráticos.

O evento acontece ao longo deste sábado e reúne lideranças políticas, acadêmicos e ex-chefes de Estado para debater os avanços, desafios e perspectivas para o futuro da democracia no Brasil e na América do Sul. Entre os convidados estão o ex-presidente uruguaio Julio María Sanguinetti, que também celebrou os 41 anos da redemocratização do Uruguai, a ministra do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, e a ex-governadora do Distrito Federal, Maria de Lourdes Abadia.

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Jeová Rodrigues

Jornalista

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