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Brasil de Oscar Schmidt foi a única seleção a vencer os EUA em casa

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Conquista do ouro no Pan-Americano de 1987 marcou revés inédito da seleção norte-americana em partidas oficiais dentro de casa

No dia 23 de agosto de 1987, a Seleção dos Estados Unidos de basquete perdia o primeiro jogo na modalidade dentro dos próprios domínios. Exatos 14.117 mil dias depois, ou seja, 38 anos, o mundo da bola laranja se despede do autor de 46 pontos e figura principal do revés histórico por 120 x 115 vivido pelos EUA (17 vezes campeã olímpica): o ala-pivô brasileiro Oscar Schmidt.

Oscar deixa como um dos grandes feitos na carreira dentro das quadras a vitória conquistada diante dos EUA dentro do território norte-americano. Cestinha do confronto, liderou a equipe brasileira à estatística inédita: jamais, em jogos oficiais, nenhuma outra equipe nacional havia derrotado os Estados Unidos dentro da terra do Tio Sam. Além de Oscar, a Seleção ainda contou com a performance de destaque de Marcel, autor de 31 pontos. 

Em Indianápolis, capital do estado de Indiana, o Brasil venceu o adversário por placar apertado após materializar uma virada no marcador durante a segunda etapa. No primeiro tempo, os EUA voltaram ao vestiário com vantagem por 68 x 54. Na segunda metade do confronto, no entanto, fecharam a partida e conquistaram a vitória com 66 x 47. Somados, 120 x 115. 

A vitória foi conquistada de forma estratégica dentro de uma novidade implementada à época, a linha de três pontos. A mudança havia sido implementada apenas três anos antes, em 1984. Ao contrário do time estadunidense, os brasileiros apostaram alto na alternativa. Fizeram arremessos de três de forma intensiva. Naquele tempo, ainda não se tratava de uma estratégia fundamental. 

Oscar e Marcel, no entanto, não quiseram nem saber: anotaram 10 de bola de três. Sozinho, Schmidt acertou sete, ou seja, 21 pontos. Juntos, a dupla marcou 55 dos 66 pontos verde-amarelos na segunda etapa. Materializando, assim, a virada. Os Estados Unidos, por outro lado, só registraram três cestas desta natureza.  

A equipe da casa era composta por jogadores universitários de elite, os chamados college players, ao contrário do que aconteceria a partir dos Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992, em que o plantel foi formado por estrelas da NBA, o chamado “Dream Team”. O pivô David Robinson era o principal destaque, enquanto o ala-pivô Danny Manning foi o maior pontuador da competição. 

Com informações do Correio Braziliense

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