TAGUACEI – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da Convenção Nacional do Partido Democrático Trabalhista (PDT), realizada em Brasília, onde recebeu oficialmente o apoio da legenda à sua campanha pela reeleição em 2026. Em um discurso marcado pela defesa da democracia, da soberania nacional e da união das forças progressistas, Lula afirmou que o Brasil “não pode permitir que o negacionismo e o fascismo voltem ao poder”.
O encontro reuniu dirigentes partidários, parlamentares, militantes e lideranças históricas do campo democrático. A decisão do PDT de apoiar Lula foi aprovada por unanimidade pelo Diretório Nacional da sigla, tornando-se um dos primeiros partidos a oficializar seu posicionamento para a disputa presidencial deste ano.
Durante sua fala, Lula destacou que a eleição de 2026 representa um momento decisivo para a consolidação da democracia brasileira e afirmou que a campanha será pautada pela defesa das instituições, da soberania nacional e dos direitos da população.
“O Brasil não tem o direito de permitir que o negacionismo e o fascismo voltem a governar este país”, declarou o presidente ao defender a continuidade de um projeto político voltado para o desenvolvimento econômico, a inclusão social e o fortalecimento das políticas públicas.
Lula também fez referência às transformações ocorridas desde o início de seu atual mandato, citando a recuperação da economia, a geração de empregos, a retomada de investimentos em áreas como saúde, educação e infraestrutura, além da recuperação da imagem internacional do Brasil. Segundo o presidente, o país voltou a ser respeitado no cenário mundial por adotar uma política externa baseada no diálogo e na defesa da paz.
Em um momento de forte apelo histórico, o presidente relembrou nomes que marcaram a luta pela democracia brasileira, entre eles Leonel Brizola, Miguel Arraes, Mário Covas, Vivaldo Barbosa e Roberto Requião. Lula afirmou sentir saudade de um período em que, segundo ele, o debate político era conduzido com maior respeito entre os adversários e lamentou o aumento da polarização e da disseminação de notícias falsas nos últimos anos.
O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, ressaltou que o apoio da legenda não está condicionado à ocupação de cargos no governo, mas representa uma decisão política em defesa da democracia e contra o avanço da extrema direita. Segundo ele, o trabalhismo e o projeto liderado por Lula compartilham princípios históricos como a valorização do trabalho, da educação pública, da soberania nacional e da justiça social.
A convenção também marcou o início da mobilização eleitoral do PDT para as eleições de outubro. Além da confirmação do apoio à reeleição de Lula, o partido definiu sua nova direção nacional e reforçou o compromisso de atuar na construção de uma ampla frente democrática.
O evento ocorre em meio ao período das convenções partidárias, etapa decisiva do calendário eleitoral, quando as legendas oficializam candidaturas e consolidam alianças para a disputa de 2026.
Lula recebe apoio do PDT e afirma que negacionismo e fascismo não voltarão ao poder
Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da Convenção Nacional do Partido Democrático Trabalhista (PDT), realizada em Brasília, onde recebeu oficialmente o apoio da legenda à sua campanha pela reeleição em 2026. Em um discurso marcado pela defesa da democracia, da soberania nacional e da união das forças progressistas, Lula afirmou que o Brasil “não pode permitir que o negacionismo e o fascismo voltem ao poder”.
O encontro reuniu dirigentes partidários, parlamentares, militantes e lideranças históricas do campo democrático. A decisão do PDT de apoiar Lula foi aprovada por unanimidade pelo Diretório Nacional da sigla, tornando-se um dos primeiros partidos a oficializar seu posicionamento para a disputa presidencial deste ano.
Durante sua fala, Lula destacou que a eleição de 2026 representa um momento decisivo para a consolidação da democracia brasileira e afirmou que a campanha será pautada pela defesa das instituições, da soberania nacional e dos direitos da população.
“O Brasil não tem o direito de permitir que o negacionismo e o fascismo voltem a governar este país”, declarou o presidente ao defender a continuidade de um projeto político voltado para o desenvolvimento econômico, a inclusão social e o fortalecimento das políticas públicas.
Lula também fez referência às transformações ocorridas desde o início de seu atual mandato, citando a recuperação da economia, a geração de empregos, a retomada de investimentos em áreas como saúde, educação e infraestrutura, além da recuperação da imagem internacional do Brasil. Segundo o presidente, o país voltou a ser respeitado no cenário mundial por adotar uma política externa baseada no diálogo e na defesa da paz.
Em um momento de forte apelo histórico, o presidente relembrou nomes que marcaram a luta pela democracia brasileira, entre eles Leonel Brizola, Miguel Arraes, Mário Covas, Vivaldo Barbosa e Roberto Requião. Lula afirmou sentir saudade de um período em que, segundo ele, o debate político era conduzido com maior respeito entre os adversários e lamentou o aumento da polarização e da disseminação de notícias falsas nos últimos anos.
O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, ressaltou que o apoio da legenda não está condicionado à ocupação de cargos no governo, mas representa uma decisão política em defesa da democracia e contra o avanço da extrema direita. Segundo ele, o trabalhismo e o projeto liderado por Lula compartilham princípios históricos como a valorização do trabalho, da educação pública, da soberania nacional e da justiça social.
A convenção também marcou o início da mobilização eleitoral do PDT para as eleições de outubro. Além da confirmação do apoio à reeleição de Lula, o partido definiu sua nova direção nacional e reforçou o compromisso de atuar na construção de uma ampla frente democrática.
O evento ocorre em meio ao período das convenções partidárias, etapa decisiva do calendário eleitoral, quando as legendas oficializam candidaturas e consolidam alianças para a disputa de 2026.
Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da Convenção Nacional do Partido Democrático Trabalhista (PDT), realizada em Brasília, onde recebeu oficialmente o apoio da legenda à sua campanha pela reeleição em 2026. Em um discurso marcado pela defesa da democracia, da soberania nacional e da união das forças progressistas, Lula afirmou que o Brasil “não pode permitir que o negacionismo e o fascismo voltem ao poder”.
O encontro reuniu dirigentes partidários, parlamentares, militantes e lideranças históricas do campo democrático. A decisão do PDT de apoiar Lula foi aprovada por unanimidade pelo Diretório Nacional da sigla, tornando-se um dos primeiros partidos a oficializar seu posicionamento para a disputa presidencial deste ano.
Durante sua fala, Lula destacou que a eleição de 2026 representa um momento decisivo para a consolidação da democracia brasileira e afirmou que a campanha será pautada pela defesa das instituições, da soberania nacional e dos direitos da população.
“O Brasil não tem o direito de permitir que o negacionismo e o fascismo voltem a governar este país”, declarou o presidente ao defender a continuidade de um projeto político voltado para o desenvolvimento econômico, a inclusão social e o fortalecimento das políticas públicas.
Lula também fez referência às transformações ocorridas desde o início de seu atual mandato, citando a recuperação da economia, a geração de empregos, a retomada de investimentos em áreas como saúde, educação e infraestrutura, além da recuperação da imagem internacional do Brasil. Segundo o presidente, o país voltou a ser respeitado no cenário mundial por adotar uma política externa baseada no diálogo e na defesa da paz.
Em um momento de forte apelo histórico, o presidente relembrou nomes que marcaram a luta pela democracia brasileira, entre eles Leonel Brizola, Miguel Arraes, Mário Covas, Vivaldo Barbosa e Roberto Requião. Lula afirmou sentir saudade de um período em que, segundo ele, o debate político era conduzido com maior respeito entre os adversários e lamentou o aumento da polarização e da disseminação de notícias falsas nos últimos anos.
O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, ressaltou que o apoio da legenda não está condicionado à ocupação de cargos no governo, mas representa uma decisão política em defesa da democracia e contra o avanço da extrema direita. Segundo ele, o trabalhismo e o projeto liderado por Lula compartilham princípios históricos como a valorização do trabalho, da educação pública, da soberania nacional e da justiça social.
A convenção também marcou o início da mobilização eleitoral do PDT para as eleições de outubro. Além da confirmação do apoio à reeleição de Lula, o partido definiu sua nova direção nacional e reforçou o compromisso de atuar na construção de uma ampla frente democrática.
O evento ocorre em meio ao período das convenções partidárias, etapa decisiva do calendário eleitoral, quando as legendas oficializam candidaturas e consolidam alianças para a disputa de 2026.
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Nota de transparência: Esta reportagem foi produzida com o auxílio de inteligência artificial para organização e aprimoramento do texto, passando por revisão, checagem e edição humana antes de sua publicação.



