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Polícia prende suspeitos de aplicar golpe de R$ 220 mil em organização que atende autistas no DF

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Segundo investigação, integrante do grupo se passou por funcionário de banco para ter acesso à conta bancária da instituição. Agentes cumprem mandados de prisão e busca no DF e em Goiás.

Fachada do Departamento de Polícia Especializada (DPE) do Distrito Federal — Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (25), a Operação Asperger, para desarticular um grupo criminoso suspeito de aplicar um golpe de R$ 220 mil contra uma organização que presta assistência a pessoas com deficiências intelectuais, múltiplas e autismo.

Os agentes cumpriram 3 mandados de prisão temporária e 16 de busca e apreensão, em Vicente Pires, Ceilândia, Taguatinga, Samambaia, Núcleo Bandeirante e Santa Maria, no Distrito Federal. Já no Entorno, as equipes estiveram no Novo Gama e em Santo Antônio do Descoberto.

Segundo as investigações, em outubro do ano passado, um integrante do grupo ligou para a instituição filantrópica e se identificou como funcionário de um banco.

Sob o argumento de que havia a suspeita de fraude em transações bancárias, o criminoso convenceu uma funcionário da instituição a instalar um suposto dispositivo de segurança. Dessa forma, o grupo obteve acesso à conta bancária e roubou R$ 220 mil das vítimas.

De acordo com a polícia, a quantia foi dividida em contas de duas empresas, um supermercado e uma tapeçaria, cujos proprietários realizaram transferências para contas de pessoas físicas e por PIX. Os criminosos também pagaram boletos e usaram máquinas de cartão para ocultar o valor roubado.

A polícia afirma que parte dos investigados possui antecedentes criminais por latrocínio, estelionato, porte ilegal de arma de fogo, roubo, tráfico de drogas e receptação.

Os presos foram encaminhados à carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE) e podem responder por furto mediante fraude por meio eletrônico, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Alerta

A Polícia Civil do DF alerta que instituições financeiras não fazem ligações para realizar liberação ou atualização de dispositivos, ou orientam os clientes para se dirigirem até um terminal de autoatendimento para realizar qualquer tipo de transação.

Para evitar golpes, a corporação faz as seguintes recomendações:

  • caso receba qualquer telefonema dos bancos, o cliente deve anotar os dados e, preferencialmente em outro aparelho telefônico, ligar para os canais oficiais bancários ou para o gerente da conta;
  • desconfie quando o interlocutor alegar urgência para solucionar o suposto problema;
  • não confie no número que aparece no visor da ligação recebida, pois existem aplicativos que camuflam o número, aparecendo o número da central dos bancos;
  • dados pessoais e senhas somente são solicitadas quando a ligação é iniciada pelo cliente; o contrário não ocorre.

FONTE: G1-DF

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Jeová Rodrigues

Jornalista

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