A sessão do júri popular no caso do assassinato de Luis Ferreira, um militante do MST, foi suspensa e reagendada para maio de 2026, após o corpo de advogados da defesa do réu, Leo Ribeiro, deixar o plenário, disse o movimento em nota nesta quinta-feira (27).
O atropelamento fatal foi cometido por Ribeiro durante uma manifestação do Acampamento Marielle Vive, na Estrada do Jequitibás, em Valinhos-SP, em 18 de junho de 2019.
A estratégia da defesa era pressionar o juri com um conjunto de vídeos e imagens prepararadas para desqualificar a história e a luta do MST e do Acampamento Marielle Vive com inverdades e ilações. A defesa também tentou associar o movimento social a uma organização criminosa, de acordo com o MST.
“O MST e a familia do Seu Luis anseiam por justiça no caso Luis Ferreira e seguirá organizado na defesa dos traalhadores/as sem terra e da memória de nossos mártires. Continuaremos acompanhando com preocupação esse caso e cobrando que se faça justiça contra a impunidade que passa de 6 anos e pela condenação do réu”, diz o documento.
*Conteúdo originalmente publicado no Brasil 247
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