Ao alcançar o déficit fiscal zero, na avaliação do vice-presidente, a estratégia do governo é apresentar superávits crescentes para reduzir a dívida sobre o PIB
O vice-presidente e ministro da do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, reafirmou o “compromisso” no cumprimento da meta fiscal de déficit zero. “É bom lembrar. Nós estamos discutindo ter déficit primário zero. Esse é o compromisso do arcabouço fiscal”, disse, neste sábado (5/7), durante participação no primeiro dia da cúpula dos BRICS, no Rio de Janeiro.
Ao alcançar o déficit fiscal zero, na avaliação do vice-presidente, a estratégia do governo é apresentar superávits crescentes para “reduzir a dívida sobre o PIB (Produto Interno Bruto)”. Para alcançar a meta de déficit zero e os futuros superávits, Alckmin pontuou que o governo pretende atuar na redução de despesas e na ampliação da receita.
“Você (o governo) pode, de um lado, reduzir despesa, melhorando a eficiência do gasto público e, de outro lado, melhorar a receita, tirando privilégios, e fazendo justiça tributária. Acho que esse é o bom caminho”, defendeu o vice-presidente.
Seja em discursos de lideranças do Executivo ou em campanhas publicitárias do governo federal, o termo justiça tributária vem sendo usado para impulsionar a isenção de tributos a quem ganha até R$ 5 mil por mês e a taxação de super ricos. O texto, previsto na Medida Provisória 1.294/2025, foi enviado ao Congresso em abril e, até o momento, não tem previsão para ser discutido.
Com informações do Correio Braziliense
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