O chefe da unidade paramilitar Basij do Irã, Hossein Taeb, afirmou nesta quinta-feira (13) que o Estreito de Ormuz está sob “controle e administração” da República Islâmica. A declaração foi dada após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que Washington tinha controle total da estratégica rota marítima, segundo informações do Metrópoles.
“Hoje vocês veem que o Estreito de Ormuz está sob a administração e o controle da República Islâmica”, declarou Taeb, de acordo com a agência de notícias semioficial iraniana Fars.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, também acusou os Estados Unidos de apresentarem “falhas de inteligência” em relação à guerra contra o país e à situação no Estreito de Ormuz.
As declarações ocorrem em meio ao agravamento das tensões entre Irã e Estados Unidos e à disputa pelo controle da importante passagem marítima.
Exigências para reabrir o estreito
Na semana passada, o governo iraniano apresentou seis exigências aos Estados Unidos para a reabertura do Estreito de Ormuz. A lista foi divulgada no sábado (8) pelo Conselho de Segurança Nacional do Irã.
Entre as condições apresentadas por Teerã estão o fim das ameaças e dos insultos aos valores iranianos, o encerramento permanente da guerra contra o Irã e seus aliados no Líbano, Iêmen, Iraque e Palestina e o levantamento do bloqueio naval aos portos iranianos.
O governo também exige compensações financeiras pelos danos provocados pela guerra, a suspensão das sanções norte-americanas contra o Irã e a liberação de ativos iranianos que estão congelados.
O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas marítimas para o transporte internacional de petróleo e gás, o que faz com que qualquer restrição à navegação na região tenha potencial para afetar o mercado global de energia.
Nota de transparência: Esta reportagem foi produzida com o auxílio de inteligência artificial para organização e aprimoramento do texto, passando por revisão, checagem e edição humana antes de sua publicação.



