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Damares defende investigação de entidades religiosas na CPMI do INSS

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Senadora diz que apurações seguem critérios técnicos, documentos oficiais e respeito ao devido processo legal

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) divulgou uma nota em suas redes sociais em que reafirma sua atuação à frente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, instalada em 2025 a partir de requerimento de sua autoria. A parlamentar afirma ainda que a eventual participação de igrejas ou lideranças religiosas em esquemas de fraude no INSS causa profundo desconforto e tristeza, diante do papel social e espiritual exercido por essas instituições. Apesar disso, ressalta que a CPMI tem o dever constitucional de apurar os fatos com responsabilidade, imparcialidade e base documental.

Na nota, Damares também alega que acompanha de forma contínua a análise das respostas encaminhadas à CPMI, especialmente aquelas enviadas por órgãos oficiais de controle e fiscalização, que subsidiam tecnicamente os trabalhos da comissão. Segundo ela, desde o início dos trabalhos ela atua como membro titular da comissão, participando das sessões, contribuindo com os debates e apresentando requerimentos para o aprofundamento das investigações sobre fraudes em benefícios previdenciários.

A senadora também esclarece que as declarações feitas em entrevista ao SBT News, no último domingo (11), tratam de assuntos que já vêm sendo discutidos formalmente no âmbito da CPMI. De acordo com ela, as informações mencionadas são públicas, constam em requerimentos apresentados e aprovados pelo colegiado e estão acessíveis à sociedade.

No curso das investigações, foram apresentados e aprovados requerimentos que tratam da transferência de sigilo bancário e fiscal e da convocação ou convite de líderes religiosos e representantes de entidades, com base em indícios identificados em documentos oficiais, especialmente Relatórios de Inteligência Financeira (RIF) e informações da Receita Federal.

A senadora também pontuou que todos os documentos estão sendo analisados com rigor, sempre respeitando o devido processo legal, a presunção de inocência e a transparência que se espera de uma investigação parlamentar.

Com informações do Correio Braziliense

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