O presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou otimismo com a aprovação, pelo Congresso Nacional, da medida provisória que acaba com o imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50.
Em declaração recente, Lula defendeu o fim da chamada “taxa das blusinhas” e argumentou que muitos produtos vendidos no Brasil, inclusive roupas, já são importados de países como China, Vietnã e Bangladesh.
Para o presidente, manter uma cobrança sobre compras de pequeno valor acaba pesando principalmente no bolso do consumidor.
A medida provisória assinada em maio de 2026 zerou o Imposto de Importação federal para essas compras. Entretanto, permanece a cobrança do ICMS estadual, que atualmente varia de 17% a 20%, conforme o estado.
A MP ainda precisa ser aprovada pelo Congresso até 8 de setembro para continuar valendo. Caso contrário, a cobrança federal poderá voltar a vigorar.
O debate está colocado: reduzir impostos sobre produtos de consumo popular pode aliviar o custo para o consumidor, enquanto a indústria nacional cobra medidas para garantir competitividade e preservar empregos.
O assunto provoca debate. De um lado, consumidores defendem preços mais acessíveis; de outro, representantes do comércio e da indústria nacional argumentam que a ausência do imposto pode aumentar a concorrência dos produtos importados sobre as empresas brasileiras.
Nota de transparência: Esta reportagem foi produzida com o auxílio de inteligência artificial para organização e aprimoramento do texto, passando por revisão, checagem e edição humana antes de sua publicação.



