“Por ideologia jurídica, nosso escritório não atua para delatores”, alegaram os advogados
A defesa do ex-PM Ronnie Lessa decidiu abandonar o caso após o cliente firmar um acordo de delação com a Polícia Federal, e o tratado ser homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em nota, os defensores afirmaram que por “ideologia jurídica” não poderiam continuar no caso.
Ronnie foi preso em 2019, acusado de ser o atirador que fez os disparos que mataram a ex-vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes. De acordo com informações obtidas pelo Correio, durante oitiva válida pelo acordo, ele citou o nome dos mandantes do crime, ou seja, a ordem teria partido de mais de uma pessoa.
O Supremo informou que foram verificadas as condições para a delação ser aceita, entre elas provas e importância das declarações para elucidação do caso. Os advogados Fernando Santana e Bruno Castro faziam a defesa de Lessa em 12 processos.
“Desde o primeiro contato deixamos claro que ele não poderia contar com o escritório caso tivesse interesse em fechar um acordo de delação premiada. Talvez, não por outro motivo que nós não fomos chamados por ele para participar do processo de delação firmado. Nesse cenário, apresentaremos renúncia ao mandato em todos os doze processos que atuamos para ele, ou seja, a partir de hoje não somos mais advogados de Ronnie Lessa”, informaram os juristas, em nota.
Com informações do Correio Braziliense
Quer ficar por dentro do que acontece em Taguatinga, Ceilândia e região? Siga o perfil do TaguaCei no Instagram, no Facebook, no Youtube, no Twitter, e no Tik Tok.
Faça uma denúncia ou sugira uma reportagem sobre Ceilândia, Taguatinga, Sol Nascente/Pôr do Sol e região por meio dos nossos números de WhatsApp: (61) 9 9916-4008 / (61) 9 9825-6604.
- Agnelo Queiroz reúne apoiadores na QNO 6, em Ceilândia, e faz análise da atuale gestão do Distrito Federal

- Agnelo Queiroz reforça diálogo com moradores durante encontro em condomínio privê

- Governo Lula lança linha de crédito para socorrer empresas afetadas pelo tarifaço de Trump

- Flávio Bolsonaro repete estratégia do pai e volta a atacar urnas eletrônicas sem apresentar provas

- Lula sanciona lei para fortalecer soberania do Brasil na saúde e impulsionar indústria nacional









