Com o início do período de convenções partidárias nesta segunda-feira (20), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chega à fase decisiva das articulações eleitorais em posição mais confortável do que o senador Flávio Bolsonaro (PL) na montagem dos palanques estaduais para a disputa presidencial de 2026.
Levantamento das articulações partidárias indica que Lula já conta com pré-candidatos ao governo em 25 estados e no Distrito Federal, restando apenas Goiás sem definição. Já o PL ainda enfrenta impasses em seis unidades da Federação: Alagoas, Amapá, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais e Pernambuco.
A consolidação dos palanques estaduais é considerada estratégica para fortalecer as campanhas presidenciais, ampliar alianças regionais e garantir maior capilaridade eleitoral. Em estados-chave, como Minas Gerais, tanto PT quanto PL ainda buscam fortalecer seus projetos locais após dificuldades para viabilizar alianças com lideranças de outras legendas.
O calendário eleitoral estabelece que as convenções partidárias ocorrerão entre 20 de julho e 5 de agosto, período em que partidos e federações oficializam candidatos e definem coligações. Após essa etapa, o prazo para registro das candidaturas junto à Justiça Eleitoral termina em 15 de agosto.
Lula tem vantagem sobre Flávio Bolsonaro O entrave em Minas para o PT, contudo, foi longo. Antes de alçar o deputado federal como pré-candidato ao Palácio Tiradentes, Lula já havia tentado viabilizar outros quatro nomes: o senador e ex-presidente do Senado Federal Rodrigo Pacheco (PSB), o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), o empresário Josué Gomes (PSB) e a ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT).
Lula larga na frente de Flávio Bolsonaro na definição dos palanques estaduais
Com o início das convenções partidárias, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chega à fase decisiva da organização eleitoral com vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) na formação dos palanques estaduais para a disputa presidencial de 2026.
O levantamento das articulações mostra que o PT já definiu pré-candidaturas ao governo em praticamente todo o país, enquanto o PL ainda enfrenta indefinições em diversos estados. A consolidação dos palanques é considerada fundamental para fortalecer as alianças regionais e ampliar a presença das candidaturas presidenciais nos estados.
Em Minas Gerais, um dos maiores colégios eleitorais do Brasil, a construção da candidatura petista foi marcada por uma longa negociação. Antes de confirmar o deputado federal Reginaldo Lopes como pré-candidato ao Governo de Minas, Lula buscou viabilizar outros quatro nomes para liderar o projeto no estado.
Entre as alternativas avaliadas estavam o senador e ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB), o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), o empresário Josué Gomes (PSB) e a ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT). As tentativas, no entanto, não avançaram, levando o PT a optar por uma candidatura própria.
Apesar das dificuldades em Minas Gerais, o partido conseguiu estruturar seus palanques em praticamente todas as unidades da Federação, chegando ao início das convenções em posição mais consolidada do que o PL, que ainda precisa resolver disputas internas e definir candidatos em seis estados.
O período de convenções partidárias segue até o início de agosto, quando os partidos oficializarão seus candidatos aos governos estaduais, ao Congresso Nacional e à Presidência da República, etapa decisiva para a configuração da corrida eleitoral de 2026.
Vermelho
EDITADO POA JORNAL TAGUACEU



