A defesa de Adriana Villela argumentou que só teve acesso a importantes mídias referentes ao caso no sétimo dia do julgamento que condenou a arquiteta a 61 anos e três meses de prisão
O júri que condenou a arquiteta Adriana Villela a 61 anos e três meses de prisão pelo assassinato dos pais e da empregada da família foi anunlado por 3 votos a 2 em julgamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ), na tarde desta terça-feira (2/9).
Uma das alegações da defesa para o pedido de anulação do júri é que só tiveram acesso a importantes mídias referentes ao caso no sétimo dia do julgamento.
Votaram a favor do recurso da defesa os ministros Sebastião Reis, Antônio Saldanha e Otávio Toledo. Os ministros Og Fernandes e Rogério Schietti votaram contra a defesa da arquiteta Adriana Villela.

O processo estava em fase de julgamento desde 11 de março deste ano, quando o ministro-relator do caso, Rogério Schietti Cruz, votou pela manutenção da decisão que condenou Adriana Villela. Em 5 de agosto, o ministro Sebastião Reis Júnior proferiu voto favorável ao recurso, dando um voto contrário ao do ministro-relator e concordando que houve cerceamento de defesa. Neste mesmo dia, a sessão foi suspensa após o ministro Og Fernandes pedir vista, para estudar o caso.
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Com informações do Correio Braziliense
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