Vítimas de chacina em Formosa cobravam dívida de R$ 250 mil

Uma dívida de R$ 250 mil teria motivado a chacina que deixou quatro homens mortos em Formosa (GO), no Entorno do Distrito Federal, na terça-feira (11). Segundo as investigações, as vítimas foram até a residência de um policial militar da reserva remunerada para cobrar o valor e acabaram sendo assassinadas. As informações são do Metrópoles.

A Polícia Militar de Goiás (PMGO) foi acionada depois que moradores relataram ter ouvido disparos em uma via pública. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram os quatro homens mortos dentro de uma caminhonete Volkswagen Amarok, que também havia sido atingida pelos tiros. Uma arma de fogo foi localizada próxima a uma das vítimas.

De acordo com as informações levantadas pela polícia, além do militar da reserva, o filho dele e um terceiro homem teriam participado da ação. O policial é apontado como o responsável pelos disparos que mataram os quatro homens.

Os três suspeitos são procurados pelas autoridades.

Quem são as vítimas

As vítimas foram identificadas como Gustavo Fernandes Graças, Gustavo Aurélio, André Ferreira, conhecido como Tarobá, e Luiz Antônio Rodrigues, chamado de Nego.

Gustavo Fernandes Graças foi secretário municipal de São João da Aliança (GO). Entre 2017 e 2019, ocupou a Secretaria Municipal de Agricultura e Transportes. De 2020 a 2024, passou a atuar na Secretaria Municipal de Transportes.

Luiz Antônio Rodrigues também era natural de São João da Aliança e era sogro de Gustavo Fernandes Graças.

Gustavo Aurélio e André Ferreira eram naturais de Casa Branca (SP). A informação sobre a origem dos dois foi confirmada ao Metrópoles por uma familiar das vítimas.

A investigação deve esclarecer a origem da dívida, a participação de cada suspeito e as circunstâncias que levaram ao ataque.

Nota de transparência: Esta reportagem foi produzida com o auxílio de inteligência artificial para organização e aprimoramento do texto, passando por revisão, checagem e edição humana antes de sua publicação.

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