TaguaCei — O artista Peter Max, um dos principais nomes da arte psicodélica associada ao movimento hippie dos anos 1960, morreu aos 88 anos. A informação foi confirmada pelo filho, Adam Max, em comunicado divulgado nesta quarta-feira (16/9). Segundo ele, o artista morreu na segunda-feira (14/9). A causa da morte não foi informada.
Em homenagem ao pai, Adam Max destacou características que marcaram a trajetória do artista. “Recordaremos sua criatividade extraordinária, seu calor humano, sua curiosidade e a maneira como ele via beleza e possibilidades em toda parte”, afirmou.
Peter Max ficou conhecido principalmente por seu trabalho com cores vibrantes e elementos psicodélicos, tornando-se uma referência visual da cultura ligada ao movimento flower power, que ganhou força nos Estados Unidos no fim da década de 1960.
Carreira começou em Nova York
Além da arte, Peter Max tinha interesse por astronomia. Em 1952, abriu um pequeno estúdio de arte em Manhattan, em Nova York, onde passou a trabalhar com ilustrações, capas de livros e design gráfico.
O trabalho desenvolvido pelo artista recebeu diversos prêmios e ajudou a ampliar sua projeção no cenário cultural norte-americano.
Em 1967, Max criou o pôster “Be In”, que se tornou um dos símbolos da cultura hippie e ajudou a reunir centenas de milhares de pessoas no Central Park, em Nova York, durante o chamado Verão do Amor.
A partir daquele período, Peter Max consolidou-se como um dos nomes associados à estética psicodélica da época e passou a aparecer em importantes programas de televisão nos Estados Unidos.
Arte e visão de mundo
Ao longo da carreira, Peter Max desenvolveu uma produção marcada pelo uso intenso das cores e por referências à cultura popular, à natureza, ao espaço e à imaginação.
Ao relembrar a própria trajetória, o artista descreveu sua vida como uma jornada marcada por experiências, cores e paisagens que influenciaram sua produção.
“Minha jornada de vida tem sido uma odisseia através do tempo e do espaço, repleta de momentos vívidos, abundante em cores, deslumbrante em paisagens e vibrante em sons eufônicos”, afirmou Peter Max em uma declaração sobre sua trajetória.
Fonte: Metrópoles
Nota de transparência: Esta reportagem foi produzida com o auxílio de inteligência artificial para organização e aprimoramento do texto, passando por revisão, checagem e edição humana antes de sua publicação.



