A candidata ao Senado por São Paulo Marina Silva (Rede) foi alvo de uma tentativa de agressão nesta segunda-feira (17), durante uma caminhada de campanha de Fernando Haddad (PT) no centro da capital paulista.
Segundo informações do g1, Marina se afastou momentaneamente do grupo durante o ato, quando foi abordada por um homem desconhecido. Ele teria segurado a candidata pelo ombro e proferido palavras hostis antes de ser afastado por integrantes da equipe.
O episódio ocorreu durante uma agenda dedicada às mulheres, na qual a violência contra o público feminino estava entre os principais temas discutidos.
Repercussão
O caso provocou manifestações de solidariedade de diferentes figuras políticas. Simone Tebet (PSB-SP) classificou o episódio como uma forma de violência de gênero. Também se manifestaram, entre outras, Thainara Faria (PT-SP), Sâmia Bomfim (PSOL-SP), Manuela d’Ávila (PSOL-RS), Benedita da Silva (PT-RJ) e Tábata Amaral (PSB-SP).
Haddad condenou a abordagem e destacou a trajetória de Marina na defesa de pautas de interesse nacional.
O governador de São Paulo e adversário de Haddad na disputa estadual, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também repudiou o episódio e afirmou que divergências políticas não podem resultar em violência ou intimidação.
A assessoria de Marina Silva foi procurada para informar se a candidata pretende adotar alguma medida sobre o caso, mas não havia respondido até a publicação da reportagem.
Nota de transparência: Esta reportagem foi produzida com o auxílio de inteligência artificial para organização e aprimoramento do texto, passando por revisão, checagem e edição humana antes de sua publicação.



