O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil está preparado para ampliar suas relações comerciais e buscar novos parceiros diante das tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Ao comentar o Plano Brasil Soberano, iniciativa criada para apoiar empresas afetadas pelas barreiras comerciais, Lula defendeu a diversificação das exportações e afirmou que o país pode negociar com outros mercados e moedas. As declarações foram divulgadas pelo Brasil 247.
“Há outras moedas, outros mercados”, declarou o presidente, ao destacar que o Brasil não deve depender de apenas um parceiro comercial. Segundo Lula, a estratégia é encontrar novos destinos para produtos nacionais e fortalecer a presença brasileira na economia internacional.
O presidente afirmou ainda que o país tem condições de superar os impactos das medidas norte-americanas e citou o histórico comercial entre Brasil e Estados Unidos. “O Brasil não vai perder. Nós vamos ganhar porque somos teimosos, não fazemos bravatas, temos razão e porque somos deficitários em relação aos Estados Unidos”, disse.
Lula também defendeu que o cenário atual pode acelerar mudanças na política comercial brasileira. Segundo ele, o país precisa “falar outros idiomas, negociar em outras moedas e procurar outros mercados” para ampliar oportunidades de negócios.
O Plano Brasil Soberano prevê R$ 18,5 bilhões em linhas de crédito para empresas afetadas por tarifas internacionais, conflitos geopolíticos e dificuldades no comércio exterior. Os recursos poderão ser usados para capital de giro, compra de equipamentos, inovação tecnológica e abertura de novos mercados.
Durante o discurso, o presidente citou o avanço do acordo entre o Mercosul e a União Europeia como exemplo de ampliação das relações comerciais. Lula afirmou que o Brasil busca fortalecer vínculos com diferentes regiões, incluindo Ásia, África, Oriente Médio e América Latina.
Ao avaliar os efeitos do chamado tarifaço promovido pelo presidente norte-americano Donald Trump, Lula afirmou que momentos de dificuldade podem estimular novas estratégias. “Há males que vêm para o bem”, disse, argumentando que crises podem levar o país a reduzir dependências e ampliar sua capacidade de enfrentar desafios econômicos.
Nota de transparência: Esta reportagem foi produzida com o auxílio de inteligência artificial para organização e aprimoramento do texto, passando por revisão, checagem e edição humana antes de sua publicação.



